inexistente

•novembro 3, 2008 • Deixe um comentário

Não precisava ser a mais simpática, nem a mais bonita, também era alguém pela qual as expectativas não transpareciam com tanta facilidade segundo uma visão normal. Era um observatório de vontade, não que não possuísse vontades próprias, mas é que apenas não pareciam existir motivos para que isso seja mostrado e parando para analisar havia o reflexo, que não brilhava tanto assim e também não era tão grande mas alí qualquer um poderia sentir a vontade inconstante de abraçar o mundo e no mesmo segundo joga-lo para cima, e enquanto os anos passavam era cada vez mais difícil de acompanhar o movimento.

Do abraço eu sinto as vontades, e posso sentir o reflexo porque sua luz ofuscava os olhos, e o suor em suas mãos eu sinto a força, e no passo em que parece abandonar tudo, eu sinto o tempo que passa tão rápido, que é difícil de sentir, ou então é difícil de encarar repentina situação.

- a voz na cabeça sempre dizia : não pode temer.

 

 

Sara Libne

I miss you, miss you so bad, I don’t forget you.

•outubro 13, 2008 • 2 Comentários

Olhar nos olhos e sentir, sentir que o que esperava que se passasse ainda não se passou, e ver que o novo que anda ainda corre sozinho e sorrir, sorrir pro nada. Porque entre o olhar e o passo, a uma imensa distância calculável, e o valor é a multiplicação do que te da prazer.

Vento

•outubro 12, 2008 • 1 Comentário

E um dia sentada, perguntou ao vento do que se fazia a solidão, o vento sussurou ao seu ouvido como qualquer ser desprovido de grosseria poderia ter feito. A solidão se faz da realidade, a realidade de quando menos se esperar, e de quanto e quem se espera, é estar sempre sozinho. Mas o vento nunca explicou-lhe direito o que poderia alinhar essa regra, mas ele a fez sentir que do mesmo jeito que o vento corre por entre seus fios de cabelo, as pessoas em comum não se passam de laços, laços de afeto, amor e carinho.

A solidão é certa e eterna, mas o laços é você quem faz, e fazendo os cabe-lhe desfazê-los.

 

Sara Libne.

Dream

•outubro 9, 2008 • Deixe um comentário

Não devo ser a única pessoa do mundo que sente, ou vê esse tipo de coisa, afinal esse tipo de coisa pra alguns é ‘qualquer’ coisa simplesmente. É sensação de visita quando menos se espera, na hora que menos importa qualquer vaidade, qualquer dor, simplesmente porque a gente relaxa. É estar queto sempre com alguém que goste do lado, e até mesmo pessoas que você nunca viu nas situações mais inusitadas, e o melhor é que isso por isso mesmo te faz feliz, e não há como provar, é uma relação intensa com o que você sente, é uma coisa extremamente pessoal, eu & eu, apenas.

•outubro 5, 2008 • Deixe um comentário

Desde sempre na vida a gente sente coisas que muitas vezes não reconhecemos de cara, ou se reconhecemos de cara reconhecemos quebrando a cara. Pode demorar o tempo que for, você já pode ter sentido várias vezes, já sabe até como a história vai terminar e  mesmo assim você é surpreendido. Aconteceu comigo quando achei que já não poderia me surpreender com mais nada igual, e acredite a coisa mais difícil pra mim foi admitir que tudo o que eu tava sentindo, eu tava sentindo mesmo. É muito estranho sentir a mesma coisa batendo na porta depois de muito tempo, coisas que a gente só sentia quando tinha 10,11,12 anos…mas logo aí me vem na cabeça que sentimento e reconhecimento do sentimento não é algo que possa vir com a idade, ele surge porque precisa surgir, você sente a dor porque você precisar saber, e você acha que já passou por isso antes pois bem, você passou mesmo.

 

Sara Libne.

First

•outubro 5, 2008 • Deixe um comentário

Meu terceiro blog, e sim eu estou em busca de um conforto online e não vou descançar mesmo que eu tenha que fazer outros milhões de blogs espalhados nesse mundo virtual que só deus sabe o tamanho que tem.

Como disse a um tempo atrás, escrever é algo viciante, pelo menos pra mim é melhor do que usar drogas ou até mesmo passar o dia comendo chocolates ( tá bom! nem sempre ), e eu queria conhecer pessoas que gostem de escrever assim como eu, mas parece que esse universo de blogs esta cada vez mais escasso no nosso cotidiano, afinal orkut/fotolog/myspace tá aí pra que não é mesmo ? Mas nada melhor do que um bom e velho blog, pra afogar as máguas, pra simplesmente escrever, até mesmo coisas sem sentidos que vai pegando moldura com o tempo e até o sentimento.

Só que dessa vez quero fazer diferente, quero me expor a certo modo, não quero ter medo, quero ser eu de uma forma que nunca fui diante da escrita, direta talvez, confesso que na maioria das vezes que escrevo minha escritas fazem partes de grandes rodeios e muitas vezes as pessoas que lêem precisam ler mais de uma vez para entende-la, isso as vezes é bom, mas existem pessoas impacientes que quando não entendem uma vez desistem para sempre, ok, seriam impacientes ou preguiçosos ? Ok, vou deixar a critério de vocês.

Então é isso boa noite.

Sara Libne.

Hello world!

•outubro 5, 2008 • 1 Comentário

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